China: futuro NEGRO

Há 200 anos Napoleão Bonaparte fez uma profecia, que está começando a realizar-se atualmente, ao dizer:
“Deixem a China dormir porque, quando ela acordar, o mundo vai estremecer”.

A China do Futuro e o Futuro é Hoje…
A verdade é que agora, tudo o que compramos é Made in China.
…….Eis um aviso para o futuro!
Mas quem liga para esse aviso?
Atualmente ….Ninguém !
Agora é só …..aproveitar E APROVEITAR …!
E depois como será para os nossos filhos ?

JÁ PENSOU COMO FICARÁ A CHINA DO FUTURO?

Por Luciano Pires – Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação ..
Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões…
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas…
Com preços que são uma fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios…. estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a…

Horas extraordinárias? Na China…? Esqueça !!!
O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada por isso…

Atrás dessa “postura” está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia ” de poder” para ganhar o mercado ocidental .

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos ‘marqueteiros’ ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela “agrega de valor”: a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto “made in USA”.
É tudo “made in China”, com rótulo estadunidense.

As Empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares…
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que pode-se chamar de “estratégia preçonhenta”.

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.

Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com os designes…suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, produzindo um “choque da manufatura”, como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde demais.
Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.

Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este que aumentará gradativamente seus preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois será quem manda, terá o monopólio da produção .

Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos é quem vai regular os mercados e não os “preçonhentos”.

Iremos, nós e os nossos filhos,netos… assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica… chinesa.

Nessa altura em que o mundo ocidental acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos “preçonhentos” olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando boliche no clube da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.

E então lembrarão, com muitas saudades, do tempo em que ganharam dinheiro comprando “balatinho dos esclavos” chineses, vendendo caro suas “marcas-grifes “aos seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas “marmitas” e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas pois foram todas copiadas….
REFLITAM E COMECEM A COMPRAR – JÁ – OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVÊNCIA DO SEU AMIGO, DO SEU
VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA… E DE SEUS DESCENDENTES

Por: Milton Pedroso

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CARTA DE UM POLICIAL PARA UM BANDIDO

Senhor Bandido.

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.

Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.

 

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.

Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.

Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.

Autor: Wilson Ronaldo Monteiro

Delegado da Polícia Civil do Pará

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Cantora Whitney Houston morre aos 48 anos

A cantora Whitney Houston morreu neste sábado (11) aos 48 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada, apenas se sabe que ela foi encontrada morta por um integrante de seu staff em uma banheira de uma suíte no quarto andar no Beverly Hilton, hotel de Los Angeles.

A artista estava hospedada no local para se apresentar em uma premiação deste sábado em homenagem a Clive Davis, empresário que a descobriu quando tinha apenas 11 anos de idade.

A morte da cantora acontece no dia anterior à premiação do Grammy deste ano. Logo após o anúncio, artistas homenagearam a cantora nas redes sociais.

A artista chegou a ser ressuscitada pelos paramédicos e foi declarada morta às 21h55 (horário de Brasília), sendo retirada do hotel às 6h de Brasília deste domingo (12).

Ela foi vista publicamente pela última vez na quinta (9), em uma casa noturna de Hollywood ao lado do namorado, o cantor e produtor Ray-J. Nas imagens, ela aparecia com as pernas machucadas. Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, de 18 anos.

O tenente da polícia Mark Rosen disse em pronunciamento que “não havia sinais evidentes de intenção criminal” no local da morte. O hotel continua funcionando normalmente, apesar do ocorrido.

Em uma festa de gala de prévia do Grammy realizada algumas horas após à morte da cantora, o produtor Clive Davis disse à plateia: “Não tenho que esconder minha emoção na frente de uma sala com tantos amigos queridos. Estou pessoalmente devastado pela perda de algúem que foi tão importante para mim por tantos anos.”

Trajetória
Houston fez muito sucesso nos anos 1980 e 90 e se tornou uma das artistas de maior vendagem da história. Dentre seus maiores hits estão “How will I know”, “It’s not right but’s ok”, “Saving all my love for you”, “My love is your love”, “I wanna dance with somebody” e “I will always love you”, trilha do filme “O guarda-costas”, o álbum mais vendido de uma artista feminina na história. Por conta da turnê mundial da trilha deste longa, Whitney se apresentou no Brasil em janeiro de 1994, em um show solo no estádio do Morumbi e outro no festival Hollywood Rock, no Rio.

Ela vendeu 200 milhões de álbuns em sua carreira e chegou 30 vezes ao topo das paradas da Billboard, além de ter ganho seis Grammys e 22 American Music Awards. Ela lançou sete discos de estúdio e tinha um previsto para este ano. Também estava previsto para agosto o filme musical “Sparkle”, remake do trabalho de 1976 inspirado na história do grupo feminino The Supremes.

Seu último filme foi a comédia “Um Anjo em minha vida”, de 1996. Ela também estava cotada para ser jurada do programa musical “The X factor”,  de Simon Cowell.

Nas duas últimas décadas, a artista teve diversas passagens por clínicas de reabilitação para tratar seu vício de álcool e de drogas. Em 2009, ela precisou interromper sua turnê europeia devido a problemas de saúde.

A artista foi número um em vendas nos EUA com seu último álbum, “I look to you” (2009), o primeiro lançado por ela em sete anos, um período no qual sua imagem foi prejudicada por seu uso de substâncias químicas e as constantes polêmicas com seu ex-marido, o cantor Bobby Brown, com quem se casou em 1992 e se separou em 2007.

Há três anos ela deu uma entrevista à apresentadora Oprah Winfrey e afirmou que sua mãe a salvou, obrigando-a a frequentar um programa de tratamento para viciados.

Em 2006, a cantora também admitiu enfrentar problemas financeiros. Por conta de uma dívida de US$ 1 milhão, na época ela colocou em leilão sua casa, avaliada em US$ 6 milhões.

Carreira premiada
Whitney Elizabeth Houston nasceu em Newark, em 9 de agosto de 1963. Além de se destacar como cantora de r&b e soul, ela também atuou no cinema e fez carreira como modelo. Mas foi na música que a artista ganhou fama e bateu recordes – ela venceu 415 prêmios ao longo da vida.

Houston era prima de Dionne Warwick e tinha Aretha Franklin como madrinha. Aos 11 anos, quando começou a atuar ao lado de sua mãe Cissy em casas noturnas na cidade de Nova York, ela foi descoberta por Clive Davis, empresário da Arista Records.

Seu álbum de estreia, “Whitney”, foi lançado em 1985 e se tornou o álbum de estreia mais vendido por uma artista feminina, com 25 milhões de cópias ao redor do mundo graças aos sucessos “Saving all my love for you” e “How will I know”.

Nos cinemas, seu primeiro papel  foi no filme “O Guarda-costas” (1992), em que dividia cena com Kevin Costner e cantava na trilha sonora. É do longa a música “I will always love you”, seu maior sucesso e cover de Dolly Parton.

Com seu estilo inspirado no canto gospel, a cantora inspirou uma geração de cantoras, de Mariah Carey a Christina Aguilera. Porém, no auge do sucesso, ela se tornou notícia por suas polêmicas fora do palco, o que incluia comportamentos estranhos em público. Por diversas vezes ela confessou ser viciada em cocaína, maconha e medicamentos controlados. Segundo a cantora, com o passar dos anos isso a fez perder seu timbre de voz, que não alcançava mais as altas notas de outrora.

O jornal “The New York Times” descreveu Whitney Houston como “uma das melhores vozes gospel de sua geração”. Segundo a publicação, “ela evitava os maneirismos típicos do gênero e usava frases evangélicas com moderação. Em vez de projetar vulnerabilidade e compaixão, comunicava força e auto-confiança, criando baladas pop majestosas”.

Fonte: G1.com

 

 

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A BANANA NUNCA MAIS SERA A MESMA !!!

Banana

Depois de ler isto, você não vai olhar para uma banana da mesma maneira.

Contendo três açúcares naturais; sacarose, frutose e glucose, combinados com fibras a banana vai te dar uma reserva instantânea de energia. Pesquisas provam que somente 2 bananas dão energia para 90 minutos de trabalho pesado. Não admira a banana ser o fruto mais consumido entre os atletas. Mas energia não é o único benefício que a banana traz, ela ajuda a prevenir um substancial número de doenças.

Depressão : De acordo com recentes estudos, a maioria das pessoas que habitualmente sofrem com depressões sentiram-se substancialmente melhor depois de comerem uma banana. Isto acontece porque a banana contém um tipo de proteína que o corpo converte em serotonina, substância que ajuda a relaxar e faz sentir melhor.

Anemia : Fortes em ferro, as bananas estimulam a produção de hemoglubinas e ajudam em caso de anemia.


Pressão Arterial : Este fruto tropical é muito rico em potássio e pobre em sal sendo perfeito para descer a pressão arterial. A Food and Drug Administration, nos Estados Unidos até permitiu aos produtores de bananas usarem isso como publicidade.

Cérebro : 200 estudantes comeram uma banana ao pequeno almoço, ao almoço e ao lanche e provou-se que o potássio presente no fruto ajudou-os a melhorar a sua concentração.

Obstipação : Ricas em fibras, a inclusão de bananas nas dietas ajuda a normalizar o trânsito intestinal, permitindo debelar os problemas sem o uso de laxantes.

Dor de cabeça : Uma das maneiras mais rápidas de curar uma dor de cabeça é fazer um batido de banana com mel. A banana acalma o estômago e com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue enquanto o leite acalma e hidrata todo o teu sistema.

Cansaço matinal : Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevados, combatendo o cansaço.

Picadas de insectos : Quando for picado por um inseto, experimenta esfregar a zona afetada com a parte de dentro de uma casca de banana. A irritação vai acabar.

Nervos : Bananas são ricas em vitamina B, que acalmam o sistema nervoso. Pesquisas em 5.000 pacientes, chegaram à conclusão que os mais obesos são aqueles que têm trabalhos de muita pressão. O relatório concluiu que para combater isto, devemos controlar os nossos níveis de açúcar no sangue devendo consumir comida com muitos hidratos de carbono, como a banana.

Úlceras : : A banana é usada nas dietas contra as desordens intestinais pela sua textura suave e por causa de ser um fruto muito macio. É o único fruto que pode ser comido sem causar distúrbios mesmo nos casos mais graves. Ela também neutraliza a acidez excessiva e reduz a irritabilidade criando uma camada nas paredes do estômago.

Controle de temperatura: Muitas culturas vêm a banana como um fruto ‘calmante’ porque consegue baixar a temperatura, quer física quer emocional, nas mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, é hábito as mulheres grávidas comerem bananas para se assegurarem de que o seu filho nasce com a temperatura correta.

Fumar : As bananas podem ajudar quem quer deixar de fumar. As vitaminas B6 e B12, o potássio e o magnésio que contêm, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da falta de nicotina.

Stress : O potássio é um mineral vital que ajuda a normalizar o batimento cardíaco, que auxilia a ida do oxigénio para o cérebro e que regula a repartição de água pelo corpo. Quando estamos ‘stressados’ o nosso metabolismo altera-se reduzindo os níveis de potássio. Podemos ajustá-los com a ajuda deste fruto, rico em potássio.

Cortes : De acordo com o ‘New England Journal of Medicine’, comer bananas regularmente pode reduzir o risco de morte por cortes até mais de 40%!

Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Acrescentado só uma coisinha, a banana ajuda a ajustar o organismo no chamado ‘jet leg’. Para quem viaja de um continente para outro com muitas horas de diferença do fuso horário, comendo bananas, devido as propriedades do potássio, o organismo consegue ajustar mais depressa ao novo horário.

Comparando-a com a maçã, tem o quádruplo das proteínas, o dobro dos hidratos de carbono, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. É um fruto rico em potássio e uma das mais saudáveis comidas existentes.

 VAVÁ TOLEDO*****

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CONFRARIA DO FILME – UMA NOVA ALTERNATIVA DE CINEMA EM RIO PRETO

A Confraria do Filme, idealizada por Milton F. Verderi e Roberta Lerro Rodrigues, é a mais nova alternativa de cinema para filmes fora de circuito e filmes raros. Trazendo uma nova maneira de exibir os filmes, onde haverá discussões e debates sobre a obra exibida.

Na primeira exibição, fomos agraciados com curtas raros, entre eles “Destino” de 1946, de Salvador Dalí e Walt Disney, “Frankenstein” de 1910 produzido pelos estúdios de Thomas Alva Edson e “Um Cão Andaluz” de Salvador Dalí e Luis Buñuel.

Milton pretende com essas exibições, partilhar seu acervo, pois como ele mesmo diz: “Cultura não compartilhada, é egoísmo”.

A Confraria do Filme acontece todas quartas-feiras as 20 horas, na Fábrica de Sonhos.

Veja a programação da próxima quarta.

 

 

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CAÍ NO MUNDO E NÃO SEI COMO VOLTAR

O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…

Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.
E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!

Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.
Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.

O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.
Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.

Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!

É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.
E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.

Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.
Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?

Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.

Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de … anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..
Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor…. É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com “guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa”, mudar para o “compre e jogue fora que já vem um novo modelo”.
Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado… E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas… por amor de Deus!
Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.

E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.

Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.

Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?
Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos…

Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.

Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.
E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.

Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.

Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia “esta é um 4 de bastos”.

As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.

Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!

E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.

E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!
Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.

Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.
Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.
Não vou dizer que aos velhos se declara a morte apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.

Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue…
Eduardo Galeano
* Jornalista e escritor uruguaio
Colaboração: Ana Maria Brito Arantes

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O PONTO NEGRO

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Os alunos, confusos, começaram então a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Este teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira

para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a

cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos

dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Tranquilize-se e seja …. FELIZ!

autor desconhecido

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COMPETIR E/OU COOPERAR

Coluna Jornal na Educação

Competir e/ou Cooperar

Vivemos em uma sociedade competitiva, aliás, somos educados desde quando nascemos a construirmos recursos superiores aos outros, sejam eles, de ordem política, sócio-econômica ou mesmo intelectual.
E, de certa forma, construímos uma instituição determinada por uma macrocooperação – a família – para alcançarmos tais intentos só que, a custa disso, tomamos uma atitude microcooperativa com os nossos vizinhos ou quaisquer outros que não façam parte de nosso “time”.
Inspirados em Brotto (2001), a questão não é a de teorizarmos se o ser humano possui uma natureza competitiva ou cooperativa, e sim acreditar em uma “natureza de possibilidades”. A partir dessa premissa, segundo o autor (ibid) “somos educados e/ou condicionados para cooperar ou competir (p.30).”
Assim sendo, acreditamos em uma proposta pedagógica que possa fazer com que as crianças sejam educadas a um sentimento de cooperação que ultrapasse os limites do grupo ao qual integra “panelinha”, em outras palavras, estendendo tal sentimento às crianças de outros grupos com os quais possam se relacionar.
Contudo, este tipo de atitude, implica em uma problemática já discutida por Piaget (1998) em um artigo apresentado à reunião da UNESCO, em Paris, onde descreve que “A educação deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, assim como o desenvolvimento das atividades das nações unidas para manutenção da paz (p.72).”
Neste texto o autor (ibid) menciona o valor incomensurável das atitudes baseadas na reciprocidade, chegando a dizer que a “reciprocidade e a objetividade parecem assumir uma dificuldade intransponível no plano dos sentimentos nacionais e da vida internacional (p.74)”.
Pedimos permissão para extrapolarmos a declaração acima, no sentido de delinearmos uma reflexão contextualizada à nossa problemática. Podemos inferir que a dificuldade encontrada nos grupos – “nações” – incide na sua incapacidade de se colocar no lugar do outro, ou até mesmo, de ver o outro, de grupos opostos – “nações” – como membros de um todo maior ao qual todos estão inseridos não só intragrupalmente mas, também, intergrupalmente – “internacionalmente”- . E quais são os ambientes mais ricos para que esse efetivo sentimento de cooperação intergrupos – “internacional” – seja construído por meio de uma experiência vivida ? Inegavelmente, entre tantos outros, o do jogo e do esporte.

Prof. Ms. Coach JEAN CARLOS DE SOUZA

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COISAS DE ITALIANOS…

Aprendemos a viver com os italianos e a programar a vida com os americanos. Contudo, os italianos crescem e morrem juntos com suas famílias, amigos e irmãos, enquanto os americanos crescem e morrem sozinhos, pois foram expulsos de suas famílias aos 18 anos e não aprenderam a conviver com o coração com seus pais, amigos e irmãos.

Vejam abaixo o que acontece no decorrer da vida.

Filhos Americanos: Saem de casa até aos 18 anos com total apoio dos pais.

Filhos Italianos: Saem de casa aos 35 anos, depois de poupar o  suficiente para comprar casa e pagar duas semanas de lua de mel quando casarem… Mesmo assim, mantém um quarto na casa dos pais para os fins-de-semana.

Filhos Americanos: Quando a mãe os visita leva um bolo, os filhos servem café e eles conversam.

Filhos Italianos: Quando a mamma os visita, leva comida para 3 dias, lava e passa roupa, limpa e arruma a casa.

Filhos Americanos: Os pais sempre avisam quando vão visitá-los e isto acontece só em ocasiões especiais.

Filhos Italianos: Eles nunca sabem quando os pais vão aparecer às oito da manhã de sábado e começar a podar as suas árvores frutíferas. E, se não houver árvores frutíferas,  eles plantam.

Filhos Americanos: Sempre pagam aluguel e procuram nas páginas amarelas quando precisam de algum serviço.

Filhos Italianos: Ligam para os pais e tios, pedindo o telefone de outros pais/tios que possam saber do serviço que eles precisam.

Filhos Americanos: Visitam os pais para comer um bolo com café – e fazem só isso, mais nada.

Filhos Italianos: Visitam os pais para tomar um café, comer bolo, antepasto, vinho, um bom prato de massa, carne, salada, pão, sobremesa, frutas, expresso e uns drinks após o jantar.

Filhos Americanos: Cumprimentam os pais com “Oi” e “Olá”.

Filhos Italianos: Cumprimentam os pais com um grande abraço, beijos e tapinhas nas costas.

Filhos Americanos: Tratam os pais por Sr. e Srª.

Filhos Italianos: Tratam os pais por mamma e babbo..

Filhos Americanos: Nunca viram os pais chorar.

Filhos Italianos: Choram junto com os pais.

Filhos Americanos: Devolvem o que pedem emprestado aos pais em poucos dias.

Filhos Italianos: Ficam com as coisas que emprestam dos pais por tanto tempo que os pais esquecem que são deles.

Filhos Americanos: Quando o jantar acaba vão para casa.

Filhos Italianos: Quando o jantar acaba ficam horas conversando, rindo ou simplesmente confraternizando.

Filhos Americanos: Sabem pouco sobre os pais.

Filhos Italianos: Podem escrever um livro sobre os pais.

Filhos Americanos: Comem sanduíches de manteiga de amendoim, geléia e pão de forma branco.

Filhos Italianos: Comem sanduíche de salame, queijo colonial, pão caseiro, crostoli, conservas…

Filhos Americanos: Deixam você para trás se é isto que a maioria está fazendo.

Filhos Italianos: Não lhe abandonam mesmo que a grande maioria ache normal abandonar.

Filhos Americanos: São amigos do momento.

Filhos Italianos: São amigos por toda vida.

Filhos Americanos: Gostam de Rod Stewart e Steve Tyrell.

Filhos Italianos: Gostam de Laura Pausini e Andrea Bocelli

Filhos Americanos: Vão ignorar esta mensagem.

Filhos Italianos: Vão repassar per tutti gli amici oriundi

olaração: Fabiano Ottoboni

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UM PARAISO A POUCOS KILOMETROS DE RIO PRETO

“Projeto Santo Antonio, Um espaço reservado para seu sossego e lazer!

http://youtu.be/PJnFqwO18z4 – Projeto Santo Antonio Sabino/SP – vejam este video que show de bola!

A fazenda Santo Antônio localiza-se em Sabino, São Paulo. É banhada por 7 km de águas do Rio Tietê, no lago da represa de Promissão, para quem vem pela cidade de Sales, já inicia seu passeio atravessando o rio Tietê pela balsa.
A fazenda sempre teve como atividade principal, a agropecuária de café (220 mil pés), gado do corte, chegou a ser responsável pela subsistência de trinta famílias. Na esteira da crise do café, que atingiu os produtores da região oeste do estado, a fazenda deixou, em 1994, de ser produtiva nesse setor, optando por uma agricultura sazonal, como exemplo a criação de equinos e ovinos entre outras.
Na década de 90, seus proprietários, estimulados pelo inicio de uma diversificação de empreendimentos em outras propriedades rurais, decidem-se por implantar na fazenda atividades relacionadas ao turismo. Nascia o Projeto Santo Antônio. Um local para os amantes da vida ao ar livre e da pesca. Nosso conceito baseia-se em Turismo Rural, o qual permite ao visitante perceber valores no agradável contato com a natureza num lugar tranqüilo e sossegado.
Hoje o Projeto possui 13 apartamentos, com diversas opções de acomodações, todos com vista para o rio, ar condicionado e ventiladores de teto (um dos quartos adaptado para pessoas com necessidades especiais).

O Projeto possui 3 segmentos dentro da fazenda: a Pousada, o Pesqueiro e o Centro de Treinamento Equestre. Os hospedes também podem usufruir do pesqueiro, andar à cavalo, de bicicleta, passeios de trole, visitar ao rebanho de carneiros ou simplesmente descansar.

Uma das Festas mais esperada do Projeto é a Festa de Santo Antonio,  acontece todos os anos no dia 12 de junho. Com show ao vivo e comidas típicas, as pessoas se encontram pra se divertem a noite toda.


Informações e reservas:
(17) 3557-7556 / (14) 9742-6245
contato@projetosantoantonio.com.br
www.projetosantoantonio.com.br

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